went dyeing with maria joão

Dying with madder and alizarinDying with madder and alizarin
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Dying with madder and alizarin
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Dying with madder and alizarin

I believe I have been cyber-stalking Maria João’s work pretty much since I started blogging, so it’s no surprise that when I finally got to meet her, last March during this Block Printing Ajrakh Workshop she oriented at the Museu do Oriente, I invited myself to go to her house. I didn’t give her any time to think, so she said yes.
We got together last saturday, while she experimented dyeing a few scarves, previously prepared for colour resistance, with madder – a natural pigment that she got to know during her time in India. The photos from the process are here and the final result is over there.
While the madder was at work in the pot, I got to see her private collection of indian textiles (fabric envy!), a few indian wood block stamps and her own stamps, that she uses for her own pieces. We also talked about our experiences with digital fabric printing, how wonderful Indigo is and how handcraft is still approached as something picturesque and touristy by the outsiders as much in Portugal as it is in India.

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Acho que tenho acompanhado o trabalho da Maria João mais ou menos desde que tenho um blog, por isso, quando a conheci pessoalmente, em Março passado durante este workshop de Block Printing Ajrakh que ela orientou, convidei-me automaticamente para ir a casa dela. Como não lhe dei tempo para pensar, disse-me que sim.
Encontramo-nos então sábado passado, enquanto ela experimentava tingir uns lenços com madder, um pigmento natural que ficou a conhecer nos tempos que passou na India, e que tinha preparado anteriormente para resistência à cor- as fotos do processo estão aqui e o resultado final ali.
Enquanto a madder trabalhava dentro da panela, pude ver a colecção pessoal de tecidos indianos (inveja), alguns dos carimbos em madeira indianos e os seus próprios carimbos, com que produz algumas das suas peças. Também falamos sobre experiências com impressão digital, da maravilha que é o Indigo e de como o trabalho artesanal ainda é abordado de uma forma pitoresca e turística de quem vem de fora, tanto em Portugal como na Índia.