o melhor que vi nos últimos tempos

o melhor que vi nos últimos tempos

Podia ser um reality show como outro qualquer, mas não é.

Enviar dois arqueólogos e uma historiadora numa viagem no tempo até à época Victoriana e, de seguida, até à época Eduardiana deu origem aos dois melhores programas que vi nos últimos tempos – o Victorian Farm e o Edwardian Farm.
Ver técnicas tradicionais exemplarmente praticadas pelos melhores da sua área, vestidos a preceito e a usar ferramentas e máquinas originais, é puro ouro para mim. Isto para não falar nos três participantes que transformam o que poderia ser algo bastante entediante (não consigo deixar de imaginar como seria este programa se tivesse sido produzido pela RTP) numa actividade entusiasmante e sempre explicada de forma clara.

Não tenho muito mais para dizer, a não ser que aconselho quem se interessa minimamente por tempos passados e, acima de tudo, por tecnologias mais artesanais que dificilmente ainda se vêem em acção, a ver estas duas séries.

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This could be just like any other reality show, but it’s not.

Sending two archeologists and a historian back in time to the Victorian era and, later, to the Edwardian time made these the best tv shows I’ve seen lately – Victorian Farm and Edwardian Farm.
To be able to see traditional technologies put in practice by the best in their field, rigorously dressed and using all the original tools and machines, is like pure gold to me. Not to mention the three hosts/participants that really make all the difference in making it so interesting, as themselves are so enthusiastic about all that is happening.


I don’t have much to say, except that I really advise everybody that has any intereste in these eras, and above all in techniques that we can’t see in action anymore, to watch these two series.

9 Responses
  • Virgínia on 20/01/2011

    Isto é um verdadeiro sonho! Obrigada, Alice!

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  • Nuno on 20/01/2011

    Este programa é ouro

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  • rita pinheiro on 20/01/2011

    Uiui! Tenho que ver

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  • ss on 20/01/2011

    Infelizmente reflecte tb uma das piores qualidades dos britanicos..a obsessao com o passado (victoriano..realeza..) e a falta de visao e programacao para o futuro. Eu confesso que cada vez que vejo mais um programa/serie/filme/documentario aqui sobre a epoca vitoriana perco a paciencia…

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  • alice on 20/01/2011

    Eu perco a paciência é quando vejo que aqui ninguém se dá ao trabalho sequer de registar memórias ou técnicas que não são nada dispensáveis e que estão a desaparecer para dar lugar à ignorância total.
    Não vejo isto tanto como obsessão com o passado, mas mais como uma responsabilidade de o conservar para o futuro. Coisa que aqui não existe.

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  • ss on 21/01/2011

    La' esta'…os que uns tem de sobra, outros infelizmente teem de menos. Aqui esta' prestes a iniciar uma serie sobre vilas romanas cujo objectivo 'e construir uma vila romana usando somente as tecnicas e intrumentos romanos. E existem em sem fim de series assim cuja importancia nao nego. Em portugal…infelizmente 'e o oposto.

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  • Flor de Lima on 24/01/2011

    Já tinha descoberto esse fantástico documentário no ano passado e só me falta ver as últimas seis partes. Adorei o que vi até agora, especialmente a forma de cozinhar tartes e como limpavam as casas antigamente. Dá vontade de anotar tudo num caderno para mais tarde fazer. ;)

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  • catarina on 24/01/2011

    Estou completamente boquiaberta!
    O meu sonho de criança é poder precisamente restaurar uma das tantas quintas antigas abandonadas que vou vendo e poder usufruir da terra e da Natureza com os métodos de viver e trabalhar antigos. E quando vejo este tipo de vídeos fico mesmo muito emocionada. Quem me dera largar esta vida "citadina" e voltar às raízes..

    Ainda bem que passei por aqui para ver este post, porque vou chegar hoje a casa e ver todos os episódios!
    Adorei!
    Mesmo!
    Obrigada**

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  • theweightofdreams on 24/01/2011

    muito, muito bom aspecto.

    definitivamente por cá devíamos investir também em formas de documentar o nosso passado sob estes aspectos, para as futuras gerações. afinal, temos uma herança tão rica que é uma pena cair no esquecimento.

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